CONCLUSÃO:
Durante todo o período de meu convívio
em sala de aula como professor de biologia, e diante da questão formulada,
apresento as minhas reflexões acerca dos resultados dos processos de ensino e
de aprendizagem dos conteúdos de ciências, em especial da biologia, disciplina
que leciono no ensino médio. Tenho constatado na minha prática que esses
resultados, muitas vezes ficam aquém do esperado, não correspondendo à
dedicação e empenho do professor e dos alunos em geral. Necessário
se faz na prática acompanhar e avaliar os resultados da aprendizagem dos alunos
de uma primeira série do ensino médio, ao vivenciarem uma situação de ensino e
aprendizagem planejada e desenvolvida na disciplina Biologia, com base na
Teoria da Aprendizagem Significativa, com o uso dos Mapas Conceituais
construídos com apoio específico e organizadores prévios. Acredito que a
inserção do uso do computador no processo de construção de parâmetros poderá
ser um fator de promoção da motivação, favorecendo a aprendizagem
significativa, uma vez que facilita o trabalho de construção geométrica, do
desenvolvimento de uma visão estética e a construção do conhecimento. Penso sem
a convicção da prática que os resultados sugerem que a metodologia de ensino
fundamentada na Teoria da Aprendizagem Significativa pode ser especialmente
valiosa para os alunos com maiores dificuldades de aprendizagem.
Referências Bibliográficas:
ANTUNES, Celso. A criatividade na sala
de aula. –Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. 2ª ed. Coleção Na Sala de Aula. Fasc.
14.
_________________. Como desenvolver as
competências em sala de aula.-Petrópolis, RJ: Vozes, 2004. 5ª ed. Coleção Sala
de Aula. Fasc. 8.
_________________. Professor Bonzinho=
aluno difícil: a questão da indisciplina em sala de aula. –Petrópolis, RJ:
Vozes, 2003. 4ª ed. Coleção Na Sala de Aula. Fasc. 10.
_________________. Resiliência: a
construção de uma nova pedagogia para uma escola pública de qualidade. –Petrópolis,
RJ: Vozes, 2004. 2ª ed. Coleção Na Sala de Aula. Fasc. 13.
ALVAREZ, Maria Esmeralda Ballestero.
Exercitando as inteliências múltiplas: Dinâmicas de grupo fáceis e rápidas para
o ensino superior._Campinas, SP: Papirus, 2004.
ANTUNES, Celso. Como transformar
informações em
conhecimento.-Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. 4ª ed. Coleção Na
Sala de Aula. Fasc. 2.
CANDAU, Vera M. (org.). Ensinar e
aprender: sujeitos, saberes e pesquisa. –Petrópolis, RJ: DP&A, 2000.
FREIRE, P A Ia sombra de este árbot
Barcelona: El Roure, 1997.
JARES, X.R. Educación y derechos
humanos: estrategias didácticas y organizativas.
Madrid: Popula 1999 (2ª ediclón en
2002).
—. Educacão para a paz: sua teoria e sua prática. Porto Alegre: Artmed,
2002.
MORIN, E. Los siete saberes necesarios
para ia educación del futuro. Barcelona. Paidós, 2001.
TORRES SNJTOMÉ, J. Educación en tiempos
de neoiiberaiismo. Madrid Morata, 2001.
AMABIS, J. M. A
Revolução na Genética: Um tema para a escola secundária? In. Encontro
sobre temas de Genética e melhoramento, 18, 2001, Piracicaba. Anais.
Piracicaba: USP,2001. p. 7-10.
AUSUBEL, D. P.; NOVAK, J. D.; HANESIAN, H. Psicologia Educacional. Rio de Janeiro: Interamericana, 1980.
BANET, E.; AYUSO, E. Teaching genetics at secondary school: A
strategy for teaching about the location of inheritance information. Science Education, v. 84, n. 3, p. 313-351, 2000.
GALAGOVSKY, L.; ADÚRIZ-BRAVO, A. Modelos y analogias em la enseñanza de lãs ciências naturales. El
concepto de modelo didáctico analógico. Enseñanza de las Ciências, v.
19, n. 2, p. 231-242, 2001.
PRIMON, C. S. F. (2005). Análise
do conhecimento de conteúdos fundamentais de Genética e Biologia Celular
apresentado por graduandos em Ciências Biológicas. São
Paulo. Instituto de Biociências, Universidade de São Paulo, 2005. Dissertação
de Mestrado em Biologia/ Genética.
Nenhum comentário:
Postar um comentário