Subseção I
Vamos comentar as vantagens e desvantagens da aula
expositiva.
Contextualização.
Muito se tem falado sobre o perfil do professor do futuro,
atribuindo a ele características como empreendedor, motivador de equipe,
generalista, intérprete das necessidades do aluno e aberto as novas demandas
dos processos ensino-aprendizagem como um todo. Porém, ainda são poucas as
situações de treinamento que realmente geram oportunidades para a vivência
destas habilidades. Há pouco tempo é que as instituições brasileiras
despertaram para a importância em modernizar as técnicas de melhoria de
qualidade dos educadores da rede de ensino público e da iniciativa privada,
suas técnicas de treinamento e, assim, continuarem competitivas, se referindo à
educação privada, garantir as escolas no mercado onde atuam. Em todos os
seguimentos da vida a internet adentrou inclusive nas aulas de Biologia. Várias
organizações, no mundo todo, estão descobrindo que os microcomputadores
instalados na mesa dos alunos e dos professores podem se transformar em uma
arma expressiva para melhorar o padrão de informação técnica-profissional e
cultural, além de ser instrumento disponível no horário e local que os
profissionais mais precisam. Diante disso, o processo ensino-aprendizagem ganha
instrumentos de relevante importância e a manipulação de microcomputadores
pessoais incrementados com recursos multimídia, vêm se tornando uma ferramenta
eficiente e adequada à própria mudança na nossa condição de vida. Já ouso
afirmar: “que as novas tecnologias permitem a prática de métodos pedagógicos
revolucionários, pois são mais adequadas às características e potencialidades
da inteligência humana." Sem os instrumentos da “informática moderna”, que
é uma nova necessidade imposta pelo progresso tecnológico, as aulas expositivas
voltadas para a educação e ao treinamento formal dos alunos de biologia ficam
desestimulantes. Logo no meu entendimento cria uma situação de redução de
percepção e motivação. Assim, a principal desvantagem da aula expositiva é o
papel passivo que o aluno adota. Esse método tradicional é interessante,
porém é uma das técnicas poderosas de ensino disponível e constitui um passo
metodológico no processo de evolução, que sua relevância se dar como passo
inicial da introdução a aula; que começa com aulas expositivas e leituras,
eventualmente estimuladas por exercícios e discussões. Mas a principal
desvantagem da aula expositiva é o papel passivo que o aluno adota. A revolução
tecnológica e as novas teorias da educação levaram a utilização de padrões de
estudos e de casos, que deram início à ruptura dos métodos tradicionais de
ensino, pois os alunos começaram a adotar um papel mais ativo para aprender.
Começou a haver trocas de conhecimento em três direções: a) do professor para o
estudante; b) do estudante para o professor; c) do estudante para o estudante.
O resultado do ensino teórico-prático na disciplina Biologia é mais realismo na
sala de aula, pois os estudos de casos e suas variantes colocam o estudante
numa situação de tomada de decisão, e lhe permite acesso a aspectos da prática
do campo de gerenciamento da captação e repasse dialético do conhecimento
doutrinário, dando-lhe espaço para um exercício entre a teoria e a prática, o
que é complicado e difícil de ensinar através dos métodos tradicionais de
ensino. "Nenhum outro método permite simular situações de decisão tão
interessantes e com tamanha participação dos alunos: O ensino teórico-prático,
agregado a AULA EXPOSITIVA, consegue uma atmosfera excitante e o aprendizado de
um grande número de conceitos que somente seriam possíveis em espaços de tempo
bem maiores”. Há um reconhecimento crescente da importância da
participação, como parte crítica no processo de aprendizagem, por parte daquele
que aprende. Por este motivo, grande ênfase tem sido dada ao ensino prático e
aliar a AULA EXPOSITIVA a AULA PARTICIPATIVA dentro da tríade: a) do professor
para o estudante; b) do estudante para o professor; c) do estudante para o
estudante. Nessa visão o ensino teórico e a prática permitem simular
continuamente diversos tipos de decisões de maneira que os participantes têm
condições de avaliar os resultados de diferentes decisões tomadas em um tempo
curto. O treinando sai da situação passiva e interage com o sistema. Afirmo:
“que na minha prática docencial eu reconheço a importância fundamental, para o
processo de aprendizado, a participação daquele que aprende, em especial
tratando-se de programas que se destinam ao desenvolvimento de habilidades de
caráter prático. Aprender-fazendo tem sido a forma mais efetiva de ensino,
apesar de ainda pouco difundida em escolas e, principalmente, em meios
educacionais tradicionais, devido ao contexto cultural e organizacional
estabelecidos em nosso país. Em diversas áreas de ensino e treinamento, o uso
de novas ferramentas complementares a AULA EXPOSITIVA, como microcomputadores e
o desenvolvimento de softwares tem evoluído de tal forma que já são evidentes
seus impactos na capacitação de operários, administradores e acadêmicos.
"Livros eletrônicos, educação e treinamento apoiados pelo computador, e
apresentações multimídia, bem como tratamento hipermídia, vão mudar a forma de
ensino nas próximas décadas, e esta é uma das grandes transformações que este
século verá transcorrer". Utilizar os recursos computacionais disponíveis
para adotar o método aprender-fazendo, além de promoverem um grau mais alto de
aprendizado, favorece aos participantes o desenvolvimento do bom senso em torno
do objeto estudado.
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